segunda-feira, 8 de março de 2021

#Focused Protection Against Convid-19/#JUST SAY NO TO BRAZILIAN GOVERNERNORS AND MAYORS’ NON PROOVEN SCIENTIFICAND ECONOMIC DEVASTING MEASURES AS LOCKDOWN AGAINST COVID-19 /PROTEÇÃO FOCALIZADA CONTRA CONVID-19

 

#Focused Protection Against Convid-19

SIGN Great Barrington Declaration

#PROTEÇÃO FOCALIZADA CONTRA CONVID-19

#JUST SAY NO TO BRAZILIAN GOVERNERNORS AND MAYORS’ NON PROOVEN SCIENTIFIC AND ECONOMIC DEVASTING MEASURES AS LOCKDOWN AGAINST COVID-19



BRAZILIAN PEOPLE, MAINLY WORKERS, LET’S SIGN THE GREAT BARRINGTON DECLARATION AND IMMEDIATE REQUIRE THE FOCUSED PROTECTION AGAINST CONVID-19 IN BRAZIL AND OTHERS COUNTRIES IN THE WORLD

#DIGA NÃO AS MEDIDAS INCONSTITUCIONAIS, NÃO CIENTIFICAS E DEVASTADORAS DA ECONOMIA DECRETADAS POR GOVERNADORES E PREFEITORES DO BRASIL CONTRA CONID-19



POVO BRASILEIRO, PRINCIPALMENTE TRABALHADORES, VAMOS ASSINAR A DECLARAÇÃO DE BARRINGTON E EXIGIR IMEDIATAMENTE A PROTEÇÃO FOCADA, AO INVÉS DE LOCKDOWN, CONTRA CONVID-19 NO BRASIL E OUTROS PAÍSES DO MUNDO





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#Focused Protection Against Convid-19

#JUST SAY NO TO BRAZILIAN GOVERNERNORS AND MAYORS’, NON SCIENTIFIC PROOVEN AND ECONOMIC DEVASTING MEASURES AS LOCKDOWN AGAINST COVID-19

BRAZILIAN PEOPLE, MAINLY WORKERS, LET’S SIGN THE GREAT BARRINGTON DECLARATION AND IMMEDIATE REQUIRE THE FOCUSED PROTECTION AGAINST CONVID-19 IN BRAZIL AND OTHERS COUNTRIES IN THE WORLD

#PROTEÇÃO FOCALIZADA CONTRA CONVID-19

# SIMPLEMENTE DIGA NÃO AS MEDIDAS CONTRA CONVID-19 AVALIZADAS PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL INCONSTITUCIONAIS, COERCITIVAS RESTRITIVAS DA CIRCULAÇÃO DE INDIVÍDUOS LEMBRANDO ESTADO DE EXCEÇÃO, CIENTIFICAMENTE NÃO COMPROVADAS E ECONOMICAMENTE DESASTROSAS/CATASTRÓFICAS TOMADAS POR ALGUNS GOVERNADORES E PREFEITOS BRASILEIROS OPORTUNISTAS POIS COM ESSAS MEDIDAS FOGEM DE SUAS RESPONSABILIDADES, VISANDO DRIBLAR A LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NO BRASIL E NÃO PRESTAREM CONTA DE QUANTIDADES DE DINHEIRO VULTUOSAS DE MONTANTES REPASSADOS A ELES E QUE SERIAM UTILIZADOS PARA FINS ESPÚRIOS .

POVO BRASILEIRO E DE OUTROS PAÍSES NO MUNDO, PRINCIPALMENTE AQUELE DA CLASSE TRABALHADORA, EMPRESÁRIOS E OUTRO ENVOLVIDOS, VAMOS ASSINAR A DECLARAÇÃO DE BARRINGTON, ELABORADA E APOIOADA POR CEINTISTAS DE RENOME INTERNACIONAL E EXIGIR IMEDIATAMENTE, A REVOGAÇÃO DO FECHAMENTO DA ECONOMIA (LOCKDOWN, A IMPLEMENTAÇÃO EXCLUSIVA PROTEÇÃO FOCADA NO ENFRENTAMENTO DE CONVID-19 NO BRASIL E OUTROS PAÍSES DO MUNDO



Lockdown. Traduzindo: confinamento.

No início do ano de 2020, quando a epidemia começou a tornar-se descontrolada, o Supremo Tribunal Federal O ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal (STF), acolheu parte da ação do PDT contra a Medida Provisória (MP) 926/2020. Essa medida provisória restringiu ao governo federal as competências para determinar o que são serviços essenciais e para limitar a circulação interestadual e intermunicipal de pessoas e mercadorias. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6341 apresentada pelo PDT ainda será julgada pelo Plenário do STF. A decisão [de Marco Aurélio] retorna a autoridade aos estados e municípios no combate que todos estão fazendo contra a pandemia de coronavírus — disse o líder do PDT, senador Weverton (MA), nesta terça-feira (24). Ao apresentar a ação, o partido havia apontado inconstitucionalidade em vários trechos da medida provisória. Segundo o PDT, a MP centralizou na União a competência para cuidar da saúde, dirigir o Sistema Único de Saúde (SUS) e executar ações de vigilância sanitária e epidemiológica, o que esvaziaria a responsabilidade constitucional de estados e municípios.

Em sua decisão, Marco Aurélio argumenta que a medida provisória não contraria a Constituição porque não impede a tomada de providências normativas e administrativas por estados, Distrito Federal e municípios. Mas, apesar de não acolher o pedido de nulidade dos dispositivos da MP, o ministro acolheu o pedido para que fique explícita a competência concorrente dos entes federativos (estados, Distrito Federal e municípios) para tomar essas medidas, neste sentido, ampliou as competências dos Estados e Municípios para adotar, sem aval e consulta da União na figura do Executivo Federal, medidas amplas e sem critérios estabelecidos claros, cientificamente questionáveis, com amparo aos direitos fundamentais, que ocasionaram e estão ocasionando graves crises, sejam elas sociais (alarmante numero de desempregados com consequências no aumento da pobreza),  econômicas (“quebradeira” no comércio em escala jamais imaginada), psicológica (confinamento obrigatório de populações inteiras) e mentais (doenças surgidas com a soma de todos os fatores mencionados).

Mas qual o fundamento para decretações de lockdowns? Decisão do Supremo Tribunal Federal? Seria o bastante? Pode-se afirmar que não. Por isso, não é descabido afirmar que há inconstitucionalidade, falta de bom senso quando se fecha a economia sem pensar nas consequências futuras. Há uma farsa e tudo isso? Pode-se dizer que sim.

Dessa forma, faz-se necessário que figuras do mundo jurídico e político, bem como organizações da sociedade civil possam levantar questionamentos sobre a ampliação de poderes dados aos entes municipais e estaduais, que muitas vezes tomam decisões sem nenhum amparo jurídico justificável.

Por outro lado, um posicionamento de epidemiologistas de doenças infeciosas e cientistas da saúde pública, temos sérias preocupações sobre os impactos prejudiciais para a saúde física e mental das políticas prevalecentes da COVID-19, e recomendamos uma abordagem a que chamamos Proteção Focalizada, liiderado por trio americano e britânico, propuseram um Manifesto denominado de A Declaração de Great Barrington, que segue abaixo em português e inglês. defende que jovens devem ser liberados de lockdowns para a "vida normal", forçando imunidade de rebanho; documento foi assinado em centro de pesquisa econômica liberal.

Somos então, porta-vozes desses cientistas e fazemos com que a sociedade brasileira tome conhecimento dele e se acharem que é plausível, coerente e racional façam a gentileza de assinarem no link seguinte: https://gbdeclaration.org/declaracao-de-great-barrington/ e como existe um moivimento irracional, inconstitucional, e pedimos nós cidadãos brasileiros nos manifestemos contra o Lockdown em movimentos pacíficos nas Ruas das divesas cidades Brasieiras.





SOURCE/LINK: https://www.finersistemas.com/atenaeditora/index.php/admin/api/ebookPDF/3417










SOURCE/LINK: https://youtu.be/9lSmSWx6kjA


SOURCE/LINK: https://gbdeclaration.org/#sign



https://gbdeclaration.org/declaracao-de-great-barrington/





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​A Declaração de Great Barrington

Como epidemiologistas de doenças infeciosas e cientistas da saúde pública, temos sérias preocupações sobre os impactos prejudiciais para a saúde física e mental das políticas prevalecentes da COVID-19, e recomendamos uma abordagem a que chamamos Proteção Focalizada.

Viemos tanto da esquerda como da direita, e de todo o mundo, e temos dedicado as nossas carreiras à proteção das pessoas. As atuais políticas de confinamento estão a produzir efeitos devastadores na saúde pública a curto e longo prazo. Os resultados (para citar alguns) incluem taxas mais baixas de vacinação infantil, agravamento dos prognósticos das doenças cardiovasculares, menos exames oncológicos e deterioração da saúde mental – levando a um maior excesso de mortalidade nos próximos anos, com a classe trabalhadora e os membros mais jovens da sociedade a carregar um fardo

mais pesado. Manter os alunos fora da escola é uma grave injustiça.

Manter estas medidas em vigor até que uma vacina esteja disponível causará danos irreparáveis, com os mais desfavorecidos a serem desproporcionadamente prejudicados.

Felizmente, a nossa compreensão do vírus está a crescer. Sabemos que a vulnerabilidade à morte da COVID-19 é mil vezes maior nos idosos e doentes do que nos jovens. De facto, para as crianças, a COVID-19 é menos perigosa do que muitos outras doenças, incluindo a gripe.

À medida que a imunidade se desenvolve na população, o risco de infeção para todos – incluindo os vulneráveis – diminui. Sabemos que todas as populações acabarão por atingir a imunidade de grupo – ou seja, o ponto em que a taxa de novas infeções é estável – e que isto pode ser assistido por (mas não depende de) uma vacina. O nosso objectivo deve ser, portanto, minimizar a mortalidade e os danos sociais até atingirmos a imunidade de grupo.

A abordagem mais compassiva que equilibra os riscos e benefícios de alcançar a imunidade de grupo é permitir que aqueles que estão em risco mínimo de morte vivam normalmente a sua vida para construir imunidade ao vírus através da infeção natural, ao mesmo tempo que protege melhor aqueles que estão em maior risco. Chamamos a isto Proteção Focalizada.

A adoção de medidas para proteger os vulneráveis deve ser o objectivo central das respostas de saúde pública à COVID-19. A título de exemplo, os lares devem utilizar pessoal com imunidade adquirida e realizar testes frequentes a outro pessoal e a todos os visitantes. A rotação do pessoal deve ser minimizada. Os reformados que vivem em casa devem mandar entregar alimentos e outros bens essenciais ao seu domicílio. Quando possível, devem encontrar-se com membros da família no exterior e não no interior. Uma lista abrangente e detalhada de medidas, incluindo abordagens a famílias de várias gerações, pode ser implementada, e está bem dentro do âmbito e da capacidade dos profissionais de saúde pública.

Aqueles que não são vulneráveis devem ser imediatamente autorizados a retomar a vida normal. Medidas simples de higiene, tais como a lavagem das mãos e a permanência em casa quando estão doentes devem ser praticadas por todos para reduzir o limiar de imunidade de grupo. As escolas e universidades devem estar abertas ao ensino presencial. As atividades extracurriculares, como o desporto, devem ser retomadas. Os jovens adultos de baixo risco devem trabalhar normalmente, e não a partir de casa. Restaurantes e outras empresas devem ser abertos. As artes, música, desporto e outras atividades culturais devem ser retomadas. As pessoas que correm maior risco podem participar se o desejarem, enquanto a sociedade como um todo goza da proteção conferida aos vulneráveis por aqueles que acumularam imunidade de grupo.

Dr. Martin Kulldorff, professor de medicina na Universidade, um bioestatístico e epidemiologista especializado em deteção e monitorização de surtos de doenças infeciosas e avaliações de segurança de vacinas.

Dr. Sunetra Gupta, professora na Universidade de Oxford, uma epidemiologista especializada em imunologia, desenvolvimento de vacinas e modelação matemática de doenças infeciosas.

Dr. Jay Bhattacharya, professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, um médico, epidemiologista, economista da saúde e especialista em políticas de saúde pública focando-se em doenças infeciosas e populações vulneráveis.

assine a declaração

Translation by Marta Gameiro Branco and David Amaral

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Arguments, Great Barrington Declaration





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•8 de out. de 2020







6,2 MIL1,6 MILCOMPARTILHARSALVAR












904 mil inscritos



INSCRITO




Great Barrington Declaration https://gbdeclaration.org​ Berkshire County, Massachusetts Grave concerns Damaging physical and mental health impacts of prevailing policies Recommend Focused Protection





​The Great Barrington Declaration

The Great Barrington Declaration – As infectious disease epidemiologists and public health scientists we have grave concerns about the damaging physical and mental health impacts of the prevailing COVID-19 policies, and recommend an approach we call Focused Protection. 

Coming from both the left and right, and around the world, we have devoted our careers to protecting people. Current lockdown policies are producing devastating effects on short and long-term public health. The results (to name a few) include lower childhood vaccination rates, worsening cardiovascular disease outcomes, fewer cancer screenings and deteriorating mental health – leading to greater excess mortality in years to come, with the working class and younger members of society carrying the heaviest burden. Keeping students out of school is a grave injustice. 

Keeping these measures in place until a vaccine is available will cause irreparable damage, with the underprivileged disproportionately harmed.

Fortunately, our understanding of the virus is growing. We know that vulnerability to death from COVID-19 is more than a thousand-fold higher in the old and infirm than the young. Indeed, for children, COVID-19 is less dangerous than many other harms, including influenza. 

As immunity builds in the population, the risk of infection to all – including the vulnerable – falls. We know that all populations will eventually reach herd immunity – i.e.  the point at which the rate of new infections is stable – and that this can be assisted by (but is not dependent upon) a vaccine. Our goal should therefore be to minimize mortality and social harm until we reach herd immunity. 

The most compassionate approach that balances the risks and benefits of reaching herd immunity, is to allow those who are at minimal risk of death to live their lives normally to build up immunity to the virus through natural infection, while better protecting those who are at highest risk. We call this Focused Protection. 

Adopting measures to protect the vulnerable should be the central aim of public health responses to COVID-19. By way of example, nursing homes should use staff with acquired immunity and perform frequent testing of other staff and all visitors. Staff rotation should be minimized. Retired people living at home should have groceries and other essentials delivered to their home. When possible, they should meet family members outside rather than inside. A comprehensive and detailed list of measures, including approaches to multi-generational households, can be implemented, and is well within the scope and capability of public health professionals. 

Those who are not vulnerable should immediately be allowed to resume life as normal. Simple hygiene measures, such as hand washing and staying home when sick should be practiced by everyone to reduce the herd immunity threshold. Schools and universities should be open for in-person teaching. Extracurricular activities, such as sports, should be resumed. Young low-risk adults should work normally, rather than from home. Restaurants and other businesses should open. Arts, music, sport and other cultural activities should resume. People who are more at risk may participate if they wish, while society as a whole enjoys the protection conferred upon the vulnerable by those who have built up herd immunity.

On October 4, 2020, this declaration was authored and signed in Great Barrington, United States, by:



Dr. Martin Kulldorff, professor of medicine at Harvard University, a biostatistician, and epidemiologist with expertise in detecting and monitoring infectious disease outbreaks and vaccine safety evaluations.

Dr. Sunetra Gupta, professor at Oxford University, an epidemiologist with expertise in immunology, vaccine development, and mathematical modeling of infectious diseases.

Dr. Jay Bhattacharya, professor at Stanford University Medical School, a physician, epidemiologist, health economist, and public health policy expert focusing on infectious diseases and vulnerable populations.

Sign the Declaration

​Co-signers

​Medical and Public Health Scientists and Medical Practitioners

Dr. Alexander Walker, principal at World Health Information Science Consultants, former Chair of Epidemiology, Harvard TH Chan School of Public Health, USA

Dr. Andrius Kavaliunas, epidemiologist and assistant professor at Karolinska Institute, Sweden

Dr. Angus Dalgleish, oncologist, infectious disease expert and professor, St. George’s Hospital Medical School, University of London, England

Dr. Anthony J Brookes, professor of genetics, University of Leicester, England

Dr. Annie Janvier, professor of pediatrics and clinical ethics, Université de Montréal and Sainte-Justine University Medical Centre, Canada

Dr. Ariel Munitz, professor of clinical microbiology and immunology, Tel Aviv University, Israel

Dr. Boris Kotchoubey, Institute for Medical Psychology, University of Tübingen, Germany

Dr. Cody Meissner, professor of pediatrics, expert on vaccine development, efficacy, and safety. Tufts University School of Medicine, USA

Dr. David Katz, physician and president, True Health Initiative, and founder of the Yale University Prevention Research Center, USA

Dr. David Livermore, microbiologist, infectious disease epidemiologist and professor, University of East Anglia, England

Dr. Eitan Friedman, professor of medicine, Tel-Aviv University, Israel

Dr. Ellen Townsend, professor of psychology, head of the Self-Harm Research Group, University of Nottingham, England

Dr. Eyal Shahar, physician, epidemiologist and professor (emeritus) of public health, University of Arizona, USA

Dr. Florian Limbourg, physician and hypertension researcher, professor at Hannover Medical School, Germany

Dr. Gabriela Gomes, mathematician studying infectious disease epidemiology, professor, University of Strathclyde, Scotland

Dr. Gerhard Krönke, physician and professor of translational immunology, University of Erlangen-Nuremberg, Germany

Dr. Gesine Weckmann, professor of health education and prevention, Europäische Fachhochschule, Rostock, Germany

Dr. Günter Kampf, associate professor, Institute for Hygiene and Environmental Medicine, Greifswald University, Germany

Dr. Helen Colhoun, professor of medical informatics and epidemiology, and public health physician, University of Edinburgh, Scotland

Dr. Jonas Ludvigsson, pediatrician, epidemiologist and professor at Karolinska Institute and senior physician at Örebro University Hospital, Sweden

Dr. Karol Sikora, physician, oncologist, and professor of medicine at the University of Buckingham, England

Dr. Laura Lazzeroni, professor of psychiatry and behavioral sciences and of biomedical data science, Stanford University Medical School, USA

Dr. Lisa White, professor of modelling and epidemiology, Oxford University, England

Dr. Mario Recker, malaria researcher and associate professor, University of Exeter, England

Dr. Matthew Ratcliffe, professor of philosophy, specializing in philosophy of mental health, University of York, England

Dr. Matthew Strauss, critical care physician and assistant professor of medicine, Queen’s University, Canada

Dr. Michael Jackson, research fellow, School of Biological Sciences, University of Canterbury, New Zealand

Dr. Michael Levitt, biophysicist and professor of structural biology, Stanford University, USA.
Recipient of the 2013 Nobel Prize in Chemistry.

Dr. Mike Hulme, professor of human geography, University of Cambridge, England

Dr. Motti Gerlic, professor of clinical microbiology and immunology, Tel Aviv University, Israel

Dr. Partha P. Majumder, professor and founder of the National Institute of Biomedical Genomics, Kalyani, India

Dr. Paul McKeigue, physician, disease modeler and professor of epidemiology and public health, University of Edinburgh, Scotland

Dr. Rajiv Bhatia, physician, epidemiologist and public policy expert at the Veterans Administration, USA

Dr. Rodney Sturdivant, infectious disease scientist and associate professor of biostatistics, Baylor University, USA

Dr. Salmaan Keshavjee, professor of Global Health and Social Medicine at Harvard Medical School, USA

Dr. Simon Thornley, epidemiologist and biostatistician, University of Auckland, New Zealand

Dr. Simon Wood, biostatistician and professor, University of Edinburgh, Scotland

Dr. Stephen Bremner,professor of medical statistics, University of Sussex, England

Dr. Sylvia Fogel, autism provider and psychiatrist at Massachusetts General Hospital and instructor at Harvard Medical School, USA

Tom Nicholson, Associate in Research, Duke Center for International Development, Sanford School of Public Policy, Duke University, USA

Dr. Udi Qimron, professor of clinical microbiology and immunology, Tel Aviv University, Israel

Dr. Ulrike Kämmerer, professor and expert in virology, immunology and cell biology, University of Würzburg, Germany

Dr. Uri Gavish, biomedical consultant, Israel

Dr. Yaz Gulnur Muradoglu, professor of finance, director of the Behavioural Finance Working Group, Queen Mary University of London, England



​Sign the Declaration





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I agree to the privacy policy.

Please read the statement before signing. By submitting this form, you agree that your submitted information will be stored and displayed on the website.
The only publicly displayed personal information is name, country and identification / affiliation information (if included).
All other transmitted personal data are protected and will not be passed on. Removal requests from the email used to sign will be completed within 30 days.

Bitte lesen Sie die Erklärung vor der Unterzeichnung. Durch das Absenden dieses Formulars erklären Sie sich damit einverstanden, dass Ihre übermittelten Informationen gespeichert und auf der Website angezeigt werden.
Die einzigen öffentlich angezeigten persönlichen Informationen sind Name, Land und Identifikations- / Zugehörigkeitsinformationen (falls enthalten).
Alle anderen übermittelten personenbezogenen Daten sind geschützt und werden nicht weitergegeben. Entfernungsanfragen aus der zum Signieren verwendeten E-Mail werden innerhalb von 30 Tagen abgeschlossen.









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​A Declaração de Great Barrington

Como epidemiologistas de doenças infeciosas e cientistas da saúde pública, temos sérias preocupações sobre os impactos prejudiciais para a saúde física e mental das políticas prevalecentes da COVID-19, e recomendamos uma abordagem a que chamamos Proteção Focalizada.

Viemos tanto da esquerda como da direita, e de todo o mundo, e temos dedicado as nossas carreiras à proteção das pessoas. As atuais políticas de confinamento estão a produzir efeitos devastadores na saúde pública a curto e longo prazo. Os resultados (para citar alguns) incluem taxas mais baixas de vacinação infantil, agravamento dos prognósticos das doenças cardiovasculares, menos exames oncológicos e deterioração da saúde mental – levando a um maior excesso de mortalidade nos próximos anos, com a classe trabalhadora e os membros mais jovens da sociedade a carregar um fardo

mais pesado. Manter os alunos fora da escola é uma grave injustiça.

Manter estas medidas em vigor até que uma vacina esteja disponível causará danos irreparáveis, com os mais desfavorecidos a serem desproporcionadamente prejudicados.

Felizmente, a nossa compreensão do vírus está a crescer. Sabemos que a vulnerabilidade à morte da COVID-19 é mil vezes maior nos idosos e doentes do que nos jovens. De facto, para as crianças, a COVID-19 é menos perigosa do que muitos outras doenças, incluindo a gripe.

À medida que a imunidade se desenvolve na população, o risco de infeção para todos – incluindo os vulneráveis – diminui. Sabemos que todas as populações acabarão por atingir a imunidade de grupo – ou seja, o ponto em que a taxa de novas infeções é estável – e que isto pode ser assistido por (mas não depende de) uma vacina. O nosso objectivo deve ser, portanto, minimizar a mortalidade e os danos sociais até atingirmos a imunidade de grupo.

A abordagem mais compassiva que equilibra os riscos e benefícios de alcançar a imunidade de grupo é permitir que aqueles que estão em risco mínimo de morte vivam normalmente a sua vida para construir imunidade ao vírus através da infeção natural, ao mesmo tempo que protege melhor aqueles que estão em maior risco. Chamamos a isto Proteção Focalizada.

A adoção de medidas para proteger os vulneráveis deve ser o objectivo central das respostas de saúde pública à COVID-19. A título de exemplo, os lares devem utilizar pessoal com imunidade adquirida e realizar testes frequentes a outro pessoal e a todos os visitantes. A rotação do pessoal deve ser minimizada. Os reformados que vivem em casa devem mandar entregar alimentos e outros bens essenciais ao seu domicílio. Quando possível, devem encontrar-se com membros da família no exterior e não no interior. Uma lista abrangente e detalhada de medidas, incluindo abordagens a famílias de várias gerações, pode ser implementada, e está bem dentro do âmbito e da capacidade dos profissionais de saúde pública.

Aqueles que não são vulneráveis devem ser imediatamente autorizados a retomar a vida normal. Medidas simples de higiene, tais como a lavagem das mãos e a permanência em casa quando estão doentes devem ser praticadas por todos para reduzir o limiar de imunidade de grupo. As escolas e universidades devem estar abertas ao ensino presencial. As atividades extracurriculares, como o desporto, devem ser retomadas. Os jovens adultos de baixo risco devem trabalhar normalmente, e não a partir de casa. Restaurantes e outras empresas devem ser abertos. As artes, música, desporto e outras atividades culturais devem ser retomadas. As pessoas que correm maior risco podem participar se o desejarem, enquanto a sociedade como um todo goza da proteção conferida aos vulneráveis por aqueles que acumularam imunidade de grupo.

Dr. Martin Kulldorff, professor de medicina na Universidade, um bioestatístico e epidemiologista especializado em deteção e monitorização de surtos de doenças infeciosas e avaliações de segurança de vacinas.

Dr. Sunetra Gupta, professora na Universidade de Oxford, uma epidemiologista especializada em imunologia, desenvolvimento de vacinas e modelação matemática de doenças infeciosas.

Dr. Jay Bhattacharya, professor na Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford, um médico, epidemiologista, economista da saúde e especialista em políticas de saúde pública focando-se em doenças infeciosas e populações vulneráveis.

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