terça-feira, 10 de outubro de 2017

Urgent Communication / Comunicado URGENTE!



#MARCH IN DEFENSE OF THE BRAZILIAN FAMILY ON LAST SUNDAY (08 AUGUST 2017) OCCURRED ON THE PAULISTA AVENUE IN SÃO PAULO CITY
&
BOLSONOARO’S NEWS IN USA/THE 2018 BRAZILIAN ELECTION RACE




SOURCE/LINK: https://www.criticanacional.com.br/2017/10/05/pedofilia-guerra-politica-a-armadilha-do-significado-das-palavras/








CULTURAL WAR
Pedophilia & Political War: The Trap Of The Meaning Of Words


10/5/2017
by paulo eneas




In this sense, pedophilia is perceived by people as a moral crime, an abject and unacceptable practice for Christian civilization.





The excess of pseudo-sophistication or even the temptation to yield to the extravagance of legal preciosity on the part of some conservatives may result as net outcome exactly what the communists and globalists want: the neutralization of the term pedophilia and its moral meaning, as perceived by the vast majority of the Western population. The criminal exposure of the Queermuseo in Porto Alegre, sponsored by Banco Santander via Rouanet Law, would not have been paid by the conservatives had it not been associated with the notion of pedophilia.

Similarly, to argue that in the MAM exhibition there was no pedophilia because the child was "only" exposed and induced to touch a naked man, and there was no concrete sexual act, it is to fall into the naivety of guiding our repertoire of political warfare for the rigor and accuracy of words. But this rigor and precision are not given by nature. In the sphere of political war, the real meaning of words is that which is historically and morally perceived by people. In their turn, rigor and legal or scientific precision are those given by those who have the power to attribute such rigor and precision.

Communists and globalists have the power to attribute pseudo-scientific and juridical rigor to the term pedophilia that do not correspond to people's moral perception of the term and its meaning. This rigor and precision are precisely intended to nullify and render ineffective, especially in the legal sphere, this perception. For this reason it makes no sense, in our view, to guide our repertoire in the sphere of
political correctness by the sense and meaning that are given to words precisely by our enemies. That would amount to granting the politically correct in a more sophisticated version under the pretext of precision and rigor.

It is a fact that the Brazilian legal system somehow already protects and isolates pedophilia, due to the powerful pedophile lobby present even in the UN and anchored in pseudo-scientific constructions. Therefore, it is evident that in the sphere of legal action, rigor and precision must be observed in order to maximize the chances of success in a lawsuit. It is possible that in each individual case, the accusation of pedophilia will not formally form, but rather sexual abuse of minor, illegal embarrassment or other appropriate types.

hose considerations concern legal action. The repertoire of political warfare, in turn, can not and should not be dictated by what the criminal code says or does not say. It must be guided by the imaginary of people and by the moral judgment that people have of certain acts and the equally moral meaning that people give to certain words. In this sense, pedophilia is perceived by people as a moral crime, an abject and unacceptable practice for Christian civilization.




Therefore, in our view, every episode that suggests or implies some practice involving children with sex, even if it is immaterial, should be fought and denounced to public opinion as what people perceive and morally condemn: pedophilia.

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Pedofilia & Guerra Política: A Armadilha Do Significado Das Palavras

05/10/2017
por paulo eneas

O excesso de pseudo-sofisticação ou mesmo a tentação em ceder às veleidades do preciosismo jurídico por parte de alguns conservadores poderá ter como resultado líquido exatamente o que os comunistas e globalistas querem: a neutralização do termo pedofilia e de seu significado moral, conforme percebido pela imensa maioria da população ocidental. A exposição criminosa do Queermuseo em Porto Alegre, patrocinada pelo Banco Santander via Lei Rouanet, não teria sido liquidada pelos conservadores se a ela não tivesse sido associada à noção de pedofilia.
Da mesma forma, argumentar que na exposição do MAM não houve pedofilia pois a criança foi “apenas” exposta e induzida a tocar em um homem nu, não tendo havido ato sexual concreto, é cair na ingenuidade de pautar nosso repertório da guerra política pelo rigor e precisão das palavras. Mas esse rigor e precisão não são dados da natureza. Na esfera da guerra política, o significado real das palavras é aquele percebido historicamente e moralmente pelas pessoas. Por sua vez, o rigor e a precisão jurídica ou científica são aqueles dados por quem tem o poder de atribuir tal rigor e precisão.
Os comunistas e globalistas detêm o poder de atribuir um rigor pseudo-científico e jurídico ao termo pedofilia que não correspondem à percepção moral que as pessoas têm do termo e seu significado. Esse rigor e precisão visam justamente anular e tornar sem efeito, especialmente no âmbito jurídico, essa percepção. Por esta razão não faz sentido, ao nosso ver, pautar o nosso repertório na esfera da guerra política pelo sentido e significado que são dados às palavras justamente pelos nosso inimigos. Isso equivaleria a fazer concessão ao politicamente correto em uma versão mais sofisticada, sob o pretexto de precisão e rigor.
É fato que o ordenamento jurídico brasileiro de algum modo já protege e isola a pedofilia, em decorrência do poderosíssimo lobby pedófilo presente inclusive na ONU e ancorado em construções pseudo-científicas. Portanto, é evidente que na esfera da ação jurídica, o rigor e a precisão devem ser observados no sentido de maximizar as chances de se obter sucesso numa ação judicial. É possível que em cada caso concreto, não caiba formalmente a acusação de pedofilia, mas sim de abuso sexual de menor, constrangimento ilegal ou outras tipificações apropriadas.
Mas essas considerações dizem respeito a ação na esfera jurídica. O repertório da guerra política, por sua vez, não pode nem deve ser ditado por aquilo que diz ou não diz o código penal. Ele deve ser pautado pelo imaginário das pessoas e pelo juízo moral que as pessoas têm de determinados atos e do significado, igualmente moral, que as pessoas dão a determinadas palavras. Nesse sentido, a pedofilia é percebida pelas pessoas como um crime moral, uma prática abjeta e inaceitável para civilização cristã.
Portanto, ao nosso ver, todo episódio que sugira ou insinua alguma prática onde há o envolvimento de crianças com sexo, ainda que seja imaterial, deve ser combatida e denunciada junto à opinião pública como sendo aquilo que as pessoas percebem e condenam moralmente:  pedofilia.
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Brazilian Congressman Bolsonaro Goes to the U.S. to Promote His Presidential Candidacy

08/25/2017 - 10h44
THAIS BILENKY
FROM SÃO PAULO
Brazilian congressman, Jair Bolsonaro (PSC-RJ) is preparing a series of debates, public appearances and talks in the U.S. in October, to "sell" his presidential candidacy to investors, analysts and expat voters.
The trip, from October 8 to October 14, according to plans, resulted from a round table discussion to which Bolsonaro was invited, at the research center of Brazilian philosopher Olavo de Carvalho, in New York.
"They want to meet the Brazilian presidential candidate who has good chances of winning the elections next year," said his son, Flavio Bolsonaro (PSC-RJ), State representative of Rio de Janeiro. "They want to know where they are putting their money."
The family is also trying to schedule meetings with members of the Republican party.
Bolsonaro's one-week ticket will also take him to Miami and Boston.
Brazilian event producer Karol Eller is organizing a lecture in Deerfield, Florida, open to the public.
According to Flavio Bolsonaro, the congressman will have a meeting with the mayor of Boston, Marty Walsh, from the Democratic Party, as well as talks with the local Brazilian community.
"We want to convey the message that, in the event he is elected, he will do everything he can to improve matters such as violence and unemployment, which are very important [for the community], so that they may consider coming back to Brazil and stay close to their families," stated Flavio Bolsonaro.
Translated by ANA BEATRIZ DEMARIA
Read the article in the original language
Eraldo Peres - 19.abr.2017/Associated Press

Brazilian congressman Jair Bolsonaro poses for photos with soldiers and cadets during a ceremony commemorating Army Day, in Brasilia
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Por Lara Rizério Em mercados / politica  25 ago, 2017 09h38

Bolsonaro vai "vender" candidatura à presidência a investidores e analistas nos EUA

 A comitiva do deputado também está de olho nas comunidades brasileiras no exterior, que podem votar em representações diplomáticas






Leia também:

SÃO PAULO - Pré-candidato à presidência da República e alvo de desconfiança por parte de muitos agentes de mercado sobre como será a sua agenda econômica caso eleito, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) prepara um roteiro de debates, audiências e palestras nos Estados Unidos, para "vender" sua possível candidatura a investidores, analistas e eleitores brasileiros radicados no país, segundo informa a Folha de S. Paulo.
A viagem, marcada a princípio de 8 a 14 de outubro, originou-se de uma mesa-redonda para a qual o parlamentar foi convidado, no centro de pesquisas The Inter-American Institute, do filósofo brasileiro Olavo de Carvalho em Nova York. Também participarão dos debates o pesquisador Jeffrey Nyquist e uma jornalista da rede de TV conservadora Fox News.
O brasileiro-americano Gerald Brant, que trabalha em uma consultoria em Nova York e é ligado ao instituto, é o responsável por viabilizar um encontro de Bolsonaro com investidores. De acordo com a Folha, a família Bolsonaro, através do deputado estadual pelo Rio Flavio Bolsonaro (PSC),  tenta também agendar encontros com políticos do Partido Republicano. A comitiva está de olho nas comunidades brasileiras no exterior, que podem votar em representações diplomáticas. Os filhos dizem que arcarão com as próprias despesas e Jair Bolsonaro deve viajar a convite do The Inter-American Institute, segundo Flavio. 

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The 2018 Brazilian Election Race



Without Lula in the match, the dispute for the presidency is open, according to a survey by the Paraná Research Institute. The Brazilian Social Democracy Party (PSDB’s) best candidate is Doria, who wins from Alckmin in all matters, both for representing the "new" and for not having the name quoted in Operation Car Wash.

Germano Oliveira
29.09.17 - 6:00 p.m.

A year after the election, at least 10 pre-candidates are already insinuating themselves for the
Presidency of Brazil. If Lula is out of the game, if he is sentenced in the second instance, which would make him not Clean Record candidate , six of them will be stuck in the first places - all with real chances of victory. This is the main conclusion of the survey conducted by the Paraná Research Institute, done exclusively at the request of ISTOÉ. The research also consolidates the candidacy of deputy Jair Bolsonaro (PSC) and attests to the advantage of the mayor of São Paulo, João Doria, over the governor Geraldo Alckmin, both aspiring candidates to the Planalto by the PSDB. In all the issues in which they are confronted, the mayor takes the lead over the competitor.

In the scenario where Doria is the Toucan candidate, Deputy Jair Bolsonaro (PSC) ranks first with 19.6% and Marina Silva (Rede) second with 15.4%. Next, the mayor of São Paulo appears with 13.5%, in this case, in a situation of technical tie with the candidate of the Network, since the margin of error of the research is of 2%. Fourth, Joaquim Barbosa (8.9%), followed by Ciro Gomes (7.4%), Álvaro Dias (4.4%), Fernando Haddad (3.4%) and Henrique Meirelles (2.3%) . In this stimulated survey, 21.3% of respondents said that they would not vote in any of the candidates presented and 4% did not know how to vote. When the candidate of the PSDB is the governor of São Paulo, Geraldo Alckmin, Bolsonaro remains in first, but with slightly better performance: it jumps from 19.6% to 20.9% of the intentions of vote. Secondly, again Marina appears with 15.3%, an insignificant variation of 0.1% in relation to the previous one, followed by Alckmin, with 9.7% - 3.8 percentage points less than Doria. The fourth place is again the former minister of the STF and rapporteur of the monthly Joaquim Barbosa, only this time tied with the Toucan candidate: jumps from 8.9% in the scenario with Doria to 9.7% with Alckmin. Next came Ciro Gomes (7.4%), Álvaro Dias (4.6), Fernando Haddad (4%) and Henrique Meirelles (2.2%). In this context, the number of respondents who say they do not vote for anyone and who have not yet defined the candidate goes up from 25.3% to 26.2% - which confirms the volatile nature of the lawsuit. "Without Lula in the dispute, the election is completely indefinite," says Murilo Hidalgo, director of Paraná Research. "In addition, it increases the chance for Bolsonaro to reach the second round and opens up possibilities for a PSDB candidate. The survey also shows that there is room for growth of names such as Joaquim Barbosa, Álvaro Dias and Henrique Meirelles. The three together add 12%. Today, the best toucan is Doria, for representing the new and having no accounts to render in the
Operation Car Wash, "he added.
Caio Guatelli

"The parties must take into account the political-electoral potential of the candidates" Fernando Henrique Cardoso, former president of the Republic
In recent weeks, the fall of the arm in the Tucanato by the candidacy to the Plateau was fierce - each presenting its arms. If the polls are decisive for defining the PSDB candidate for the presidency, today Doria is the favorite. In the survey by region, Doria beats Alckmin in the North / Center-West (38.8% to 27.2%), in the Southeast (40.8% to 28.1%) and in the South (43.4% to 30% ). In the Northeast, there is a technical tie: Alckmin figure with 27.3% against 26.1% of Doria.


The importance of ethics


When the researchers asked "which of the two PSDB candidates would have a better chance of winning their vote to preside over the Country," Doria appears with 36.9% and Alckmin 28%. The Paraná investigations institute also questions which of the two would have more chances to defeat the
Workers’ Party (PT). In this case, Doria holds 36.8%, against 28.5% of Alckmin. Still for 55% of respondents, Doria represents the "new" in politics. Alckmin would be a "novelty" to 17.7%. The survey also confirms that the ethical issue will weigh heavily in the election. Faced with the question "Would you vote for a candidate mentioned in Operation Car Wash?", 73.4% say that it is not only 14% yes.
Another item favoring the mayor of São Paulo is the rejection of the candidates. Lula, with 54%, is the most rejected. That is, someone in whom the voter "would not vote at all." The second most disapproved is Alckmin, with 47.2%. In this regard, considered decisive for the definition of the second round of elections, which is when the plebiscite assumes a plebiscitary character, the governor of São Paulo loses even to Bolsonaro, whose rejection is 45.9%. Doria, in turn, is disapproved by 36.8% of the interviewees. In addition to the numerical advantage shown in almost all scenarios, the mayor would be able to attract Alckmin's votes to him, in case the governor In addition to the numerical advantage shown in almost all scenarios, the mayor would be able to draw Alckmin's votes for him, should the governor not become a presidential candidate. Doria would have 48.3% of the votes cast today on Alckmin. If Doria did not become a candidate, Alckmin would win 34.9% of the mayor's vote. According to the survey, a significant number of Doria's voters would migrate to Bolsonaro: 16%.
Although the fight indicated a picture without the former PT president, the institute did not fail to test hypotheses with Lula in the field. In both, the PSDB candidates also varied. With Doria, Lula ranks first with 26.6%, followed by Bolsonaro (18.5%), by the mayor of São Paulo (11.5%), Marina Silva (9.7%), Joaquim Barbosa (7.5%), %), Ciro Gomes (4.3%), Álvaro Dias (3.8%) and Finance Minister Henrique Meirelles (1.5%). With Alckmin, Lula appears first with 26.5%, Bolsonaro second with 20% and Marina third with 9.8%. Only then comes Alckmin, fourth, with 8.4%. Subsequently, there were Joaquim Barbosa (8.3%), Ciro Gomes (4.5%), Álvaro Dias (3.9%) and Meirelles (1.6%).

For former president FHC, probably one of the referees of the Tucana squad between Doria and Alckmin, the parties must take into account the political-electoral potential of each of the candidates, in defining who to march with to the dispute: "This research show voter speculation today. The scenario changes when the voter confronts candidacies. When I left the Ministry of Finance to be a candidate in April 94, I had 12% and Lula 40%. In October, I won with 54% and Lula 30%. Same in '98. That's not to say that today's polls are ineffective. It means that parties must take into account the political-electoral potential of the candidates and not just the researches of today, "he said. The institute heard 2,040 voters in 164 municipalities in 26 states and the Federal District from September 18 to 22 and is registered with the Regional Statistics Council under number 3122/17. Judging by the numbers, despite the apparent consolidation of some scenarios, yes, there is a lot of game yet to be played.


Topics
Alckmin Álvaro Dias Bolsonaro Doria elections 2018 Fernando Haddad Henrique Meirelles Joaquim Barbosa Marina Silva

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Brasil

A corrida para 2018

Sem Lula no páreo, a disputa pela Presidência está em aberto, segundo levantamento do instituto Paraná Pesquisas. O melhor candidato do PSDB é Doria, que ganha de Alckmin em todos os quesitos, tanto por representar o “novo”, quanto por não ter o nome citado na Lava Jato


Germano Oliveira
29.09.17 - 18h00
A um ano da eleição, ao menos dez pré-candidatos já se insinuam à disputa pela cadeira de presidente do Brasil. Se Lula estiver fora do jogo, caso venha a ser condenado em segunda instância, o que o tornaria um ficha-suja, seis deles ficarão embolados nas primeiras colocações – todos com chances reais de vitória. Essa é a principal conclusão do levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas, feito com exclusividade a pedido de ISTOÉ. A pesquisa também consolida a candidatura do deputado Jair Bolsonaro (PSC) e atesta a vantagem do prefeito de São Paulo, João Doria, sobre o governador Geraldo Alckmin, ambos aspirantes a candidatos ao Planalto pelo PSDB. Em todos os quesitos em que são confrontados, o prefeito toma a dianteira sobre o concorrente.

No cenário em que Doria é o candidato tucano, o deputado Jair Bolsonaro (PSC) figura em primeiro com 19,6% e Marina Silva (Rede) em segundo, com 15,4%. Em seguida, aparece o prefeito de São Paulo com 13,5%, neste caso, em situação de empate técnico com a candidata da Rede, já que a margem de erro da pesquisa é de 2%. Em quarto, vem Joaquim Barbosa, com 8,9%, seguido por Ciro Gomes (7,4%), Álvaro Dias (4,4%), Fernando Haddad (3,4%) e Henrique Meirelles (2,3%). Nessa sondagem estimulada, 21,3% dos entrevistados disseram que não votariam em nenhum dos candidatos apresentados e 4% não souberam opinar. Quando o candidato do PSDB é o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, Bolsonaro permanece em primeiro, mas com desempenho ligeiramente melhor: pula de 19,6% para 20,9% das intenções de voto. Em segundo, de novo, aparece Marina com 15,3%, uma insignificante variação de 0,1% em relação ao quadro anterior, seguida por Alckmin, com 9,7% – 3,8 pontos percentuais a menos do que Doria. O quarto lugar é novamente do ex-ministro do STF e relator do mensalão Joaquim Barbosa, só que, desta vez, empatado com o candidato tucano: salta de 8,9% no cenário com Doria para 9,7% com Alckmin. Na sequência vêm Ciro Gomes (7,4%), Álvaro Dias (4,6), Fernando Haddad (4%) e Henrique Meirelles (2,2%). Nesse quadro, o número de entrevistados que dizem não votar em ninguém e que ainda não definiram o candidato sobe de 25,3% para 26,2% – o que confirma a natureza volátil do pleito. “Sem Lula na disputa, a eleição fica completamente indefinida”, afirma Murilo Hidalgo, diretor da Paraná Pesquisas. “Além disso, aumenta a chance de Bolsonaro chegar ao segundo turno e abre possibilidades para um candidato do PSDB. O levantamento também mostra que há espaço para crescimento de nomes como Joaquim Barbosa, Álvaro Dias e Henrique Meirelles. Os três juntos somam 12%. Hoje, o melhor tucano é Doria, por representar o novo e não ter contas a prestar na Lava Jato”, acrescentou.
Caio Guatelli
“Os partidos devem levar em conta o potencial político-eleitoral dos candidatos” Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República
Nas últimas semanas, a queda-de-braço no tucanato pela candidatura ao Planalto foi acirrada – cada qual apresentando suas armas. Se as pesquisas forem determinantes para definição do candidato do PSDB à Presidência, hoje Doria é o favorito. No levantamento por regiões, Doria bate Alckmin no Norte/Centro-Oeste (38,8% a 27,2%), no Sudeste (40,8% a 28,1%) e no Sul (43,4% a 30%). No Nordeste, há um empate técnico: Alckmin figura com 27,3% contra 26,1% de Doria.
O peso da ética

Quando os pesquisadores perguntam “qual dos dois candidatos do PSDB teria mais chance de ganhar o seu voto para presidir o País”, Doria aparece com 36,9% e Alckmin 28%. O instituto Paraná Pesquisas também questiona qual dos dois teria mais chances de derrotar o PT. Neste caso, Doria ostenta 36,8%, contra 28,5% de Alckmin. Ainda para 55% dos entrevistados, Doria é quem representa o “novo” na política. Alckmin constituiria uma “novidade” para 17,7%. O levantamento também confirma que a questão ética terá um peso importante na eleição. Confrontados com a pergunta “O senhor votaria em um candidato mencionado na Lava Jato?”, 73,4% dizem que não e apenas 14% sim.

Outro item a favorecer o prefeito paulistano é a rejeição dos candidatos. Lula, com 54%, é o mais rejeitado. Ou seja, alguém em quem o eleitor “não votaria de jeito nenhum”. O segundo mais reprovado é Alckmin, com 47,2%. Neste quesito, considerado determinante para a definição do segundo turno das eleições, que é quando o pleito assume um caráter plebiscitário, o governador de São Paulo perde até para Bolsonaro, cuja rejeição é de 45,9%. Doria, por sua vez, é reprovado por 36,8% dos entrevistados. Além da vantagem numérica exibida em quase todos os cenários, o prefeito conseguiria atrair para ele os votos de Alckmin, caso o governador não venha a ser candidato a presidente. Doria teria 48,3% dos votos hoje direcionados a Alckmin. Já se Doria não vir a ser candidato, Alckmin conquistaria 34,9% dos votos do prefeito. Segundo a pesquisa, um número expressivo dos eleitores de Doria migraria para Bolsonaro: 16%.
Apesar de a peleja indicar um quadro sem o ex-presidente petista, o instituto não deixou de testar hipóteses com Lula em campo. Nos dois, também variou os candidatos do PSDB. Com Doria, Lula figura em primeiro com 26,6%, seguido por Bolsonaro (18,5%), pelo prefeito de São Paulo (11,5%), Marina Silva (9,7%), Joaquim Barbosa (7,5%), Ciro Gomes (4,3%), Álvaro Dias (3,8%) e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (1,5%). Com Alckmin, Lula aparece em primeiro com 26,5%, Bolsonaro em segundo com 20% e Marina em terceiro, com 9,8%. Só então vem Alckmin, em quarto, com 8,4%. Na sequência, surgem Joaquim Barbosa (8,3%), Ciro Gomes (4,5%), Álvaro Dias (3,9%) e Meirelles (1,6%).

Para o ex-presidente FHC, provavelmente um dos árbitros da refrega tucana entre Doria e Alckmin, os partidos devem levar em consideração o potencial político-eleitoral de cada um dos candidatos, na hora de definir com quem marchará para a disputa: “Estas pesquisas mostram as especulações dos eleitores hoje. O cenário muda quando o eleitor confronta candidaturas assumidas. Quando deixei o Ministério da Fazenda para ser candidato, em abril de 94, eu tinha 12% e Lula 40%. Em outubro, ganhei com 54% e Lula 30%. Idem em 98. Isso não quer dizer que as pesquisas de hoje sejam inefetivas. Quer dizer que os partidos devem tomar em conta o potencial político-eleitoral dos candidatos e não apenas as pesquisas de hoje”, afirmou. O instituto ouviu 2.040 eleitores em 164 municípios de 26 Estados e Distrito Federal, entre os dias 18 e 22 de setembro, e está registrada no Conselho Regional de Estatística, sob número 3122/17. A julgar pelos números, a despeito da aparente consolidação de alguns cenários, sim, há muito jogo ainda para ser jogado.


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THE END

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